10/1/13

Origem e finalidade do Teste Z - Zulliger

 A diferença relativamente ao Teste do Rorschach, do qual deriva, é que o Teste Z é colectivo e pode aplica-se simultaneamente a um número muito elevado de sujeitos, entre dez e trinta, se as condições materiais o permitirem.
Durante a guerra o Serviço Psicotécnico do Exército Suíço tornou Zulliger, um dos chefes deste serviço e especialista no teste do Rorschach, responsável pelas provas de personalidade destinadas a completar um exame psicológico efectuado com testes de inteligência. Rapidamente Zulliger compreendeu que a tarefa era praticamente impossível, devido ao tempo que as provas requeriam. Era evidente, por outro lado, perante o grande número de protocolos de sujeitos normais, que, para satisfazer as necessidades do exército não se fazia necessário aprofundar até ao limite a estrutura mental e afectiva de todos os candidatos. Efectivamente, à primeira vista, alguns revelavam-se como aptos, enquanto outros se mostravam manifestamente incapacitados.
Era então preciso que se recorresse às provas colectivas como tinham feito outros exércitos, mas Zulliger resistia à aplicação colectiva de Rorschach ou de Behn (uma prova similar) por 3 motivos: porque 10 imagens são uma tarefa demasiado complicada para um exame colectivo; porque a técnica elaborada pelos autores do teste não pode modificar-se sem correr o risco de cair em graves erros ou interpretações arbitrárias, porque ficava anulado um instrumento precioso se fosse necessário realizar um exame individual mais aprofundado.
Em 1942 Zulliger elaborou então uma série mais breve e simples de pranchas, baseando-se nos princípios fundamentais do Rorschach. Não é relevante descrever pormenorizadamente os estudos e experiências que conduziram o autor à elaboração do teste Z, mas finalmente adoptou um método com três pranchas inspiradas nas do Rorschach.





Obviamente o teste Z está longe de estudar características de personalidade como pode fazer uma prova Rorschach, o seu objectivo é mais modesto. Deve detectar os sujeitos normais e seleccionar aqueles que precisam de um exame mais profundo, i.e., individual. Como qualquer outra prova psicológica, esta não deve ser utilizada isoladamente.
Se o examinador possuir um bom conhecimento da técnica do Rorschach, o teste Z tem como vantagem a sua grande objectividade. 




NOTA: DADO QUE AS IMAGENS NESTE POST OFENDERAM A SENSIBILIDADE DE TANTA GENTE, EMBORA MANTENHA O MEU DIREITO DE AS AQUI TER, DADO QUE: 

FORAM COLOCADAS APENAS COMO FERRAMENTAS ILUSTRATIVAS
NÃO ERAM O CONJUNTO COMPLETO 
NÃO TINHAM QUALIDADE QUE PERMITISSE  IMPRESSÃO 
NÃO ESTAVAM ANALISADAS NEM TINHAM DADOS SOBRE ANÁLISE ESPECÍFICA 
FORAM COLOCADAS COMO MÉTODO DE ENSINO, MEU OBJECTIVO MAIOR

DECIDI RETIRÁ-LAS, DE MODO A QUE AS PESSOAS E PROFISSIONAIS QUE VISITAREM O MEU BLOGUE O POSSAM FAZER PARA APRENDER E PARTILHAR EXPERIÊNCIAS POSITIVAS AO INVÉS DE FOCAR NO NEGATIVO. 
DESEJO A TODOS UMA VIDA DE APRENDIZAGEM E CARREIRA POSITIVAS, COM A PAZ E CALMA QUE UMA PAISAGEM COMO A DA IMAGEM ACIMA PODE TRAZER.

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